VALORIZAR PARA INTEGRAR

A natureza humana em sua riqueza revela a necessidade de reconhecimento e sentimento de pertença para que um grupo de pessoas se transforme em equipe de trabalho.


Tal ocorre especialmente porque somente à partir da compreensão individual das metas coletivas e do papel de cada um na realização das mesmas se torna possível a integração e o compartilhamento dentro da unidade organizacional.

É preciso estimular a coesão para que a contribuição de diversas pessoas, com orientações, formações distintas, temperamentos e ritmos diversos possam enfrentar os desafios através de apoio mútuo, compartilhamento de conhecimento e habilidades, em prol da realização dos objetivos comungados por todos.

Nesse sentido, não há trabalhos irrelevantes dentro das equipes, pois a cada integrante é dado conhecer o que se espera dele em termos de quantidade e qualidade, além de serem compartilhadas metas da unidade e de que forma seu desempenho impacta a produtividade da Instituição/Organização.

Ainda que exista uma grande diversidade de formação técnica entre os membros da equipe, tal fato não pode permitir a formação de ilhas de conhecimento, mas ao contrário, deve estimular o compartilhamento para que aquele que sabe mais sobre determinado tema possa orientar os que precisam se aprimorar mais relativamente ao mesmo.

“Ninguém é tão grande que não possa aprender, e nem tão pequeno que não possa ensinar.” Voltaire.

Para que essa postura seja uma realidade nas equipes é preciso que haja disponibilidade para compartilhar ao mesmo tempo que exista o interesse de aprender, sendo que ambos se concretizam à partir do compromisso firmado entre todos, independentemente das diferenças individuais decorrentes de temperamentos, grau de instrução, interesses, motivações e reações diversas.

Afinal, a diversidade verificada nas equipes deve ser encarada como fator positivo pois representa riqueza e oportunidade.  Basta que seja tratada como possibilidade de crescimento e direcionada a exterminar o individualismo e o surgimento de ilhas de conhecimento, desmotivação e desvalorização.

É preciso investir na confiança mútua, na definição de objetivos viáveis e tangíveis, no aproveitamento das habilidades individuais,  no comprometimento, na liberdade de expressão, na criatividade e na comunicação clara e eficaz.  Somente assim veremos potencializados os resultados de nossas unidades, em quantidade e qualidade, sem descuidar do clima e da autoestima de nossos liderados.

O que você deseja?  uma equipe integrada e produtiva? Está disposto a trabalhar por isso?  O universo conspira em favor de quem está determinado a realizar seus sonhos!

Carpe diem!



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